
Agir sozinho contra o banco raramente funciona. Em muitos casos, a instituição financeira tem responsabilidade pela fraude e pode ser obrigada judicialmente a devolver o que você perdeu. Fale com um advogado especialista e entenda se o seu caso pode ser revertido.

Dr. Victor Hugo explica, em 3 minutos, o que fazer após o golpe.
Onde atuamos
Atuamos na recuperação de valores perdidos em fraudes bancárias, com foco nos casos em que o banco falhou em proteger o cliente. Veja as situações que mais tratamos:

Você foi induzido a aplicar em uma falsa oportunidade, e o dinheiro, junto com o suposto rendimento, desapareceu.

Começou com pequenos ganhos para criar confiança, e terminou com você depositando valores cada vez maiores que nunca retornaram.

Alguém se passou pelo seu advogado, citou um processo real e pediu o pagamento de custas via Pix para liberar valores que não existiam.

Um suposto funcionário do banco ganhou sua confiança, alegou movimentação suspeita e induziu você a transferir suas economias para uma “conta segura” que era do golpista.

Com o aparelho em mãos, criminosos fizeram transferências, contrataram empréstimos e esvaziaram sua conta sem qualquer autorização sua.

Movimentações expressivas surgiram na sua conta, fora do seu padrão normal, sem que você jamais as tenha autorizado.
Antes de desistir
Muita gente demora a procurar um advogado, e quase sempre pelos mesmos motivos. Talvez você esteja se sentindo culpado, como se tivesse sido descuidado. Talvez já tenha reclamado no banco e ouvido um não. Talvez ache que, por ter sido você a autorizar a transferência, não há mais o que fazer.
Quanto antes o caso for analisado, melhores as condições de reunir provas e agir contra o banco.

A negativa do banco na primeira tentativa é comum e não encerra o assunto.

É justamente esse sentimento que os golpistas esperam. A responsabilidade do banco pode existir mesmo quando a vítima foi induzida a autorizar a transferência.

Quanto antes o caso for analisado, maiores as chances de reunir provas e agir contra o banco.
O fator tempo
Nas primeiras horas após a fraude, o tempo trabalha contra você. Esperar para ver se o banco resolve sozinho costuma ser o erro que mais custa caro.
É a janela típica em que o banco e o Banco Central avaliam o pedido de devolução. Depois dela, recuperar o valor costuma depender de ação judicial. Por isso a análise imediata do caso faz diferença.
Se você perdeu dinheiro em um golpe, o primeiro passo é entender se o banco pode ser responsabilizado. Essa análise inicial é direta e pode mudar o rumo do seu caso. Fale agora com a nossa equipe.
Quem vai cuidar do seu caso

Formado pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo, atua na defesa de consumidores vítimas de fraudes bancárias, com foco na responsabilização das instituições financeiras.
Antes da advocacia, trabalhou no PROCON, onde lidou diretamente com os abusos cometidos por bancos e empresas contra o consumidor. Essa vivência deu a ele uma leitura prática de como as instituições operam, e de como enfrentá-las.
Atua com clareza e estratégia, sem prometer milagres. Avalia cada caso de forma honesta, diz o que é viável e conduz a recuperação dos valores com o rigor técnico que esses casos exigem.

primeiros passos
Se você percebeu que caiu em um golpe bancário, agir rápido faz diferença. Estes são os primeiros passos para preservar provas e aumentar suas chances de buscar a devolução dos valores.

passo 1
Entre em contato com a instituição financeira, registre a contestação e peça o bloqueio ou rastreamento das transações suspeitas.

passo 2
Se o golpe envolveu Pix, peça ao banco a abertura do Mecanismo Especial de Devolução o quanto antes.

passo 3
Formalize o ocorrido e reúna os dados essenciais do golpe, como datas, valores, contas envolvidas e contatos utilizados.

passo 4
Separe comprovantes, extratos, conversas, prints, números de protocolo e qualquer evidência do ocorrido.

passo 5
Evite novos contatos, novos pagamentos ou promessas de recuperação feitas por terceiros sem verificação.

passo 6
Se o banco negar a devolução ou se houver indícios de falha de segurança, uma análise jurídica pode indicar o melhor caminho.


O escritório

Com escritórios em São Paulo e Santo André, a Giacaglia Advogados oferece atendimento personalizado, disponível tanto presencial quanto online, alcançando clientes em todo território nacional. Adaptamos nossa expertise para atender virtualmente, permitindo que clientes de qualquer estado brasileiro, como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, entre outros, oferecendo suporte jurídico especializado em combater fraudes e golpes bancários. Nossa expertise abrange desde a análise inicial do caso até o acompanhamento de ações judiciais, garantindo suporte completo online. Nosso objetivo é prover soluções eficazes e personalizadas, assegurando que cada cliente possa defender seus direitos e recuperar o que foi perdido.
Onde atendemos

Contamos com duas sedes físicas nas cidades de São Paulo e Santo André, onde realizamos atendimentos presenciais personalizados para nossos clientes.
Também atendemos clientes de forma online, em âmbito nacional. Atualmente temos clientes em mais de 15 estados do Brasil, incluindo São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Paraná, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Bahia, entre outros.
Temos tudo o que os nossos clientes precisam para atendê-los de forma digital desde a consulta, defesa no processo criminal ou procedimento administrativo, recursos, reuniões e assinatura de documentos, por exemplo.

Dúvidas
Em muitos casos sim, sobretudo quando há indícios de falha de segurança da instituição. Além da devolução dos valores, é possível pleitear indenização por danos morais, dependendo das circunstâncias.
Sim. A negativa do banco na primeira tentativa é comum e não significa que você não tem direito. Em muitos casos, é justamente a partir dessa recusa que a ação judicial se torna o caminho para recuperar os valores.
Pode ter. Quando há falha de segurança ou indução por engenharia social, sobretudo quando a operação foge do seu padrão habitual, os tribunais reconhecem a responsabilidade do banco em diversas situações, mesmo quando a própria vítima realizou a transação.
O Mecanismo Especial de Devolução existe, mas tem prazo curto e o banco frequentemente nega a devolução. Quando isso acontece, é a atuação jurídica que reabre o caminho para reaver os valores, além de eventual indenização.
Varia conforme a complexidade do caso e a resposta do banco e do Judiciário, podendo ir de semanas a alguns meses. A análise inicial do seu caso, porém, é rápida.
Avaliamos seu caso antes de qualquer compromisso. Na conversa inicial, explicamos com clareza as condições, sem surpresas. [Ajustar conforme o modelo de honorário definido: fixo, contingência ou híbrido.]
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